terça-feira, 29 de abril de 2008

SOLA FIDE

Olá leitores amigos! Nesta ocasião daremos continuidade à exposição dos fundamentos da fé cristã reformada, com esteio na Declaração de Cambridge.
Trata-se da “Fé”, ou melhor, “Só a Fé”, tradução livre da expressão latina que intitula o post.
Neste sentido: “Reafirmamos que a justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Na justificação, a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus”.
"A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares. Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos na verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo.
Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus".

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O que aprendemos com o Jesus que rompeu preconceitos?

Uma passagem bastante expressiva do Novo Testamento é a que relata a conversa de Jesus com a mulher samaritana. O ponto que mais me chama a atenção é que, naquele momento, mais uma vez, o Mestre rompeu os preconceitos da época, pois, como todos sabem, os judeus não falavam com samaritanos.
Naquela mesma conversa, demonstrando a universalidade da sua pregação, Jesus disse que não importava se as pessoas adoravam a Deus em Jerusalém ou na Samaria, mas que o fizessem em espírito e em verdade.
E não foi somente dessa vez que Jesus ignorou as barreiras entre as pessoas para transmitir o seu amor, pois se relacionava freqüentemente com aqueles que a sociedade mais desprezava, como os cobradores de impostos, as prostitutas, entre outros. Muitas vezes, por esse motivo, enfrentou a fúria das pessoas. Nessas ocasiões, o Mestre dizia: “são os doentes que precisam de médico”.
Aliás, reputo esse aspecto do cristianismo o mais belo e também sua maior colaboração para a humanidade. Antes do cristianismo, as pessoas não eram consideradas iguais perante Deus, mas com a pregação cristã se aprende que “... não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gl. 3:28).
Até a tão propalada idéia da igualdade entre os sexos, que ironicamente encontra seus principais opositores na igreja, teve seu início (pelo menos no Ocidente) com o cristianismo. Até o movimento hippie, com a filosofia da paz e amor, encontra raízes na fé cristã.
Mas não estou aqui para exaltar o cristianismo. Pelo contrário, quero falar sobre como somos capazes de sermos incoerentes com o que há de essencial na nossa fé. E não é preciso voltar ao passado, falando das atrocidades que foram cometidas por pessoas que professavam nossa fé, mas basta olhar para muitas de nossas atitudes e idéias atuais.
Por exemplo, sabemos muito bem como receber em nossas igrejas as pessoas arrumadinhas e cheirosinhas. Mas será que podemos dizer o mesmo acerca daqueles não tão arrumadinhos e cheirosinhos? E aquelas pessoas que despertam nosso desprezo? Sabemos acolher?
Philip Yancey relata a resposta de uma prostituta ao ser convidada a fazer uma visita a uma igreja: “Pra quê? Pra me sentir ainda pior?”
Poderia ainda citar muitos outros exemplos sobre nosso comportamento pecaminoso nesse sentido. Certamente, você conseguiu também pensar em vários. Mas o objetivo aqui é provocar a reflexão, com a esperança de que esta provoque alguma mudança de atitude. Que Deus nos ajude a sermos mais cristãos.

Igreja apóia veto de Vásquez à legalização do aborto

MONTEVIDÉU, 28 ABR (ANSA) - Representantes de sete igrejas apoiaram a decisão do presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, de vetar uma possível lei de legalização do aborto e pediram penas mais duras para as pessoas que colaborarem com o fim da gravidez e menores para as mulheres que abortam.
Autoridades das igrejas Católica, Anglicana, Apostólica Armênia, Batista, Grega Ortodoxa, Menonita e Pentecostal Nascente, posicionaram-se desse modo diante do projeto de lei "Saúde Sexual e Reprodutiva", atualmente em votação no legislativo.
Uma punição "especialmente agravada" aos que colaboram direta ou indiretamente com práticas abortivas ou com a venda de remédios que levem a esse fim, assim como a redução "ao mínimo" do castigo às mulheres, são algumas das idéias expostas a Vázquez em uma carta.
A mulher que passa pelo choque de interromper uma gravidez "carece da condição fundamental do livre arbítrio", pois, "fica submetida a fortes pressões psicológicas, econômicas, sociais, familiares e culturais", argumentaram os religiosos.
Na nota, cujo conteúdo foi divulgado hoje pelo jornal El País, os representantes das diferentes vertentes religiosas apoiaram Vázquez, que logo após assumir a presidência se comprometeu em lutar contra à legalização das práticas de aborto.
A legalização, promovida por legisladores da Frente Ampla, aprovada na Câmara dos Deputados e atualmente em votação no Senado, prevê que "toda mulher tem o direito de decidir sobre a interrupção da gravidez durante as primeiras 12 semanas de gestação".
As igrejas pediram também para que seja agilizada a regulamentação da adoção de recém-nascidos e lembram que o Estado deve cuidar para que a criança se forme em uma ambiente com "condições de formação afetiva, psicológica e moral", em uma clara alusão a um projeto que habilita a adoção apenas a casais em situação legal e com no mínimo quatro anos de união.
Apesar das normas vigentes, no Uruguai são praticados cerca de 30 mil abortos por ano enquanto que, segundo uma pesquisa realizada meses atrás por uma empresa particular, 49% dos uruguaios estão a favor da liberação do aborto e 39% contra.
Fonte: ANSA

sábado, 26 de abril de 2008

Caso Isabella - Caia eu nas mãos de Deus

Uma menina foi barbaramente assassinada e desde sua morte, não se fala noutra coisa. Resisti o tanto quanto pude, mas resolvi dar o meu pitaco sobre o caso Isabella, que domina a atenção do Brasil.
Não quero escrever sobre a morte trágica de uma menina tão bonitinha, tão sapeca, tão cheia de vida, embora eu me sinta esmagado – tenho um neto exatamente com sua idade, 6 anos. Não vou me referir ao trabalho da polícia – a não ser pelos programas da Discovery com investigação de detetives do FBI, não conheço absolutamente nada de provas, vestígios de sangue, ou pistas com DNA.
Não posso absolver ou condenar ninguém. Não possuo expertise em psicologia criminal, procedimentos investigativos, técnicas de argüição e acareação de testemunhas. Aliás, parece que o crime, no caso da Isabella, vem perdendo sua importância. O circo passou a valer mais.
E o poder da mídia me deixa perplexo. Estou abismado como um crime bárbaro vem sendo espetacularizado pela televisão. Isso não é só ruim, mete medo. De repente, sem que os trabalhos técnicos tenham sido concluídos, já se conhecem os culpados. Os abutres do falso jornalismo, precisando alimentar a multidão que gosta de notícias macabras, já concluiu seus trabalhos. Embora bem dissimulados, eles se acham o verdadeiro juri - falta uma pesquisa de opinião para saber o percentual da população que também tem um juizo.
Alimentada pelo pior jornalismo, juntou-se diante das delegacias a súcia social que gritou e exigiu o cumprimento sumário da sentença dos já “culpados”. Na semana passada, quando assisti ao aglomerado humano esmurrando o carro da polícia e, com o dedo em riste, pedindo punição, tive vergonha de minha brasilidade. Parecia uma cena do velho oeste. Era tudo muito surreal, havia meninos socando o ar, um bolo, gente cantando "parabéns pra você"; todos cobrando justiça, afinal de contas, a polícia tempestivamente fornecera o material que a mídia pedia para fechar o veredicto dos “verdadeiros homicidas”.
Naquela hora, pensei: “Meu Deus, o poder da televisão é maior do que jamais imaginei”. Lembrei-me de Davi quando lhe foi oferecido escolher entre ser punido por Deus ou pelos homens. Sem titubear, o rei respondeu: ”Caia eu nas mãos de Deus e não dos homens; Deus é rico em misericórdia".
Quando a mídia julga, a punição é definitiva; não importa a justiça ou o sagrado direito de não ser executado precipitadamente. Vi uma multidão cobrando um quase "linchamento" dos presumidos culpados e minha reação foi: “Por que o povo passou a acreditar na polícia?”. Até este crime, os brasileiros nunca confiaram em sua competência técnica. Sabe-se sobejamente que a polícia não consegue sequer afirmar de qual fuzil vem a bala que mata crianças em favelas. Todo paulistano reconhece que a maioria das chacinas fica sem solução.
Agora entendo porque o Presidente da República luta para ter uma televisão. Ele sabe que, se tropeçar, poderá ser implacavelmente açoitado pela mídia e não vai aguentar a pressão. O Poder Executivo busca tão somente um veículo de comunicação para que possa amenizar eventuais torpedos lançados contra ele.
Nos Estados Unidos, a “Fox News” foi denunciada como uma rede de televisão tendenciosa e perigosa; que cumpre a agenda de um segmento de extrema direita (http://www.youtube.com/watch?v=cuorIjt1HG0). O Brasil já provou o gosto dessa manipulação quando a Rede Globo usou inescrupulosamente o Jornal Nacional tentando bloquear o "Movimento das Diretas Já"; mais tarde, a mesma Globo maldosamente editou um debate de campanha e elegeu o famigerado Fernando Collor.
Entendo também porque o casal fundador de uma igreja, mesmo preso em Miami, ainda consegue reunir mais de dois milhões de evangélicos na Avenida Paulista - eles têm um canal de televisão e um vasto know-how de manipular as massas. Pelos mesmos motivos, uma igreja neo-pentecostal investe pesadamente em sua rede de comunicações. Eles sabem que, ultrapassando a audiência da maior rede do país, serão temidos.
Transformar um crime num espetáculo dá lucro. Os tele-jornais ganham audiência, as "Folhas" aumentam as tiragens. Até a delegada que gritou "assassinos" ficou famosa. Santo Expedito tirou sua lasquinha; o santo das causas impossíveis foi carregado triunfalmente no colo da avó enlutada. O padre dos famosos recebeu “amorosamente” a mãe chorosa e também faturou uns trinta segundinhos a mais no noticiário principal.
Fico a imaginar se os fariseus, Herodes e Pilatos tivessem ao seu dispor algum canal de televisão. A pequena multidão que gritou, “crucifica-o, crucifica-o", teria sido exponencialmente maior.
Vivemos num mundo onde tudo vira espetáculo e os que cobiçam poder sabem disso. A verdade não importa, não valem os detalhes factuais. O que realmente conta é a capacidade de suscitar emoções com lágrimas, ódios, amores e indignações.
O triste caso da inocente Isabella revela tão somente como essa potestade, a mídia, consegue inocentar ou culpar qualquer um - mas só quando ajuda a aumentar uns pontinhos no IBOPE.
A patuléia segue, obedece, chora e ri, obedecendo o que os “jornalistas” consideram “a” verdade. (cada dia, mais acredito que o Anticristo será defendido em rede nacional pelos âncoras dos telejornais).
Que mundo cão!

Soli Deo Gloria.

Ricardo Gondim

quinta-feira, 24 de abril de 2008

FRASE DO DIA

"Senhor, concede-nos o que Tu ordenaste e ordenas o que Tu desejas".

Oração de Agostinho, Bispo de Hipona, séc. V.

Simplesmente como Jesus, de Max Lucado

"Deus o ama como você é, mas se recusa a deixá-lo desse jeito. Ele quer que você tenha um coração como o dEle. Ele quer que você seja simplesmente como Jesus."

Obra-prima do Max Lucado, este livro apresenta a vida de Jesus de uma forma muito simples, explicando como cada aspecto pode ser aplicado na nossa.
Destaque para a narração emocionante da cura do leproso que, aliás, já foi objeto de post aqui no Sola Gratia.
Confesso que, diante da imensa propaganda que me foi feita desse livro, esperei um pouco mais dele. Em muitos pontos ele não difere da mesmice da maioria dos livros evangélicos. Mas não me arrependi. Com certeza vale a pena ler.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Grande Campanha da Providência Espiritual na Igreja Evangélica Novo Milênio do Brasil com o Missionário Jota Santos e Obreiros


Se você estava interessado em ir ao evento, lamento informar que o mesmo já ocorreu no mês passado.

domingo, 20 de abril de 2008

Novas Criaturas

Presenciamos hoje um crescimento vertiginoso da igreja evangélica brasileira. Lembro que, há alguns anos, quando éramos irrelevantes numericamente, o nosso sonho era ser maioria da população e, quem sabe, eleger um Presidente...
O tempo passou e nós crescemos. Mas, onde estão as conseqüências desse crescimento? Em que a sociedade melhorou? Estamos fazendo a diferença?
Não pretendo aqui apontar as causas por que nossa igreja é tão insossa (lembra que o Mestre falou para sermos sal da terra?), mas tudo isso me faz pensar na qualidade das conversões que acontecem hoje em dia. Muitas pessoas, ao se “converterem”, fazem somente uma mudança de religião. Antes eram de uma religião e agora estão em outra, cujas principais práticas são: não beber, não fumar, não ir a festas, freqüentar o templo...
Vejo também que muitos desses “convertidos” (talvez seja melhor dizer “convencidos”) não estão a fim de mudar as coisas que estão além dessas práticas externas a que acabei de me referir. Antes de se converterem são invejosos, mentirosos e orgulhosos. Quando se convertem continuam a mesma coisa.
Ora, ser uma nova criatura significa justamente uma mudança de dentro pra fora, e não o contrário. Jesus disse que seremos reconhecidos como seus discípulos à medida que nos amarmos, e não se praticarmos um rigoroso (às vezes, nem tanto) código de conduta religiosa.
Ser cristão, portanto, é ser uma nova pessoa. E somente novas pessoas poderão transformar o mundo.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

HOMOSSEXUALISMO


Este assunto provoca muito debate, na Igreja e na sociedade em geral. Em Levítico 18.22, a Bíblia prescreve: "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação."
No Novo Testamento, Paulo afirma em sua carta aos Romanos : "Por causa disso entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário a natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição por seu erro".
Reflitam.... é gratuito!

SOLA SCRIPTURA

Leitores amigos, nesta oportunidade, veremos o conteúdo da expressão "Sola Scriptura", reafirmando, com base na Declaração de Cambridge, a suficiência e inerrância das Escrturas Sagradas.

"Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado. Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação".

"Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensinos, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade".

Justiça retém bens da Renascer para devolução de R$ 1,9 mi

A juíza Fernanda Hutzler decretou a indisponibilidade de bens da Fundação Renascer e do deputado estadual bispo José Bruno (DEM), "para que fique assegurado eventual ressarcimento de dano ao erário público". De acordo com Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, a decisão se deu porque ação do Ministério Público Federal pede que a fundação e o bispo devolvam, em valores atualizados, R$ 1,9 milhão recebido do governo federal, em 2003 e 2004, por meio do programa Brasil Alfabetizado, para alfabetização de jovens e adultos e a capacitação de professores. A Renascer disse que "a defesa será apresentada oportunamente na Justiça".

Fonte: Última Instância

terça-feira, 15 de abril de 2008

Dica dupla, de Livro e Filme

Depois de algumas semanas ausente, gostaria de pedir desculpas pela longa ausência, mas hoje retornando com uma excelente dica pra quem gosta de literatura, de cinema, ou dos dois.

A minha dica de leitura é o livro de C. S. Lewis, As Crônicas de Nárnia, uma obra que traz um mundo fantástico inspirado nos ensinamentos Bíblicos.

O livro é composto de 7 crônicas, que trazem histórias empolgantes, sobre o o reino de Nárnia, mostrando a importância de princípios contidos na Bíblia.

Esse livro é mais direcionado ao publico infantil, para os pais que querem iniciar seu filhos ao gosto da leitura não irão se arrepender de conhecer esse livro. O publico adulto também vai se envolver na narrativa muito bem feita pelo autor.

Muitos podem estar se perguntando: onde já ouvi esse nome? Recentemente também foi lançado um filme baseado nos contos desse livro, o filme tem o mesmo nome do livro.

O filme conta a história do segundo conto do livro, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. Os efeitos especiais dão um show, é um filme para se divertir muito na frente da telinha.

Então preparem a a pipoca, ou um tempinho do dia e, divirtam-se.

FRASE DO DIA

"Pregue o Evangelho sempre, se (quando) necessário, use palavras." Francisco de Assis (séc. XII)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bono Vox fala sobre a Graça

Veja o que Bono Vox, vocalista do U2, fala acerca da Graça em trecho do livro Bono: In Conversation with Michka Assayas:

"É um conceito espantoso que o Deus que criou o universo possa estar buscando companhia, um relacionamento verdadeiro com pessoas, mas o que me mantêm de joelhos é a diferença entre a Graça e Carma. Eu realmente creio que nós saímos da esfera do Carma para a da Graça… Você vê, no centro de todas as religiões está a idéia de Carma. Você sabe, o que você faz retorna para você: um olho por olho, um dente por dente, ou em física - nas leis da física - cada ação recebe uma reação igual ou oposta. Está claro para mim que Carma está no centro mesmo do universo. Tenho certeza disso. Entretanto, ao lado vem essa idéia chamada Graça para toda aquela coisa de 'você colhe o que você planta'. A Graça desafia a lógica e razão. O amor interrompe, se você quiser, as consequências de suas ações, o que em meu caso, são boas novas de fato, porque eu fiz muita coisa tola… Eu estaria num grande problema se Carma fosse finalmente meu juíz. Eu estaria na m—. Não é uma desculpa pelos meus erros, mas eu estou me agarrando à Graça. Estou me agarrando que Jesus levou meus pecados na Cruz, porque eu sei quem sou, e espero não ter que depender de minha religiosidade." (p. 203-204)

sábado, 12 de abril de 2008

Há vida inteligente entre os artistas cristãos?

Paulo disse certa vez que não se envergonhava do evangelho, pois este é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.
O apóstolo referiu-se ao evangelho, mas se olharmos para a igreja evangélica, vai ser difícil fazer a mesma afirmação.
O vídeo abaixo é a primeira parte de uma palestra de Sérgio Pavarini sobre a vergonha que muitas vezes nos dá a chamada arte cristã. A segunda parte você pode assistir aqui.


video

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Juízes condenam fiéis da Universal por má fé

Mais três seguidores da Igreja Universal do Reino de Deus foram condenados por litigância de má-fé --ou seja, uso da Justiça para fins ilícitos-- em ações de indenização por dano moral movidas contra a Folha e a repórter Elvira Lobato.
Até ontem, foram ajuizadas 85 ações e proferidas 28 sentenças, todas favoráveis ao jornal. Elas foram propostas em nome de pessoas que se dizem ofendidas com a reportagem "Universal chega aos 30 anos com império empresarial", publicada em dezembro último.
O juiz Valériano Cezário Bolzan, da comarca de Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo, condenou Wagner Panisset Turques ao pagamento de multa, honorários de advogados e custas do processo.
O magistrado entendeu que o fiel da Igreja, "orientado por seus líderes espirituais, utilizou-se do processo para conseguir objetivo ilegal, qual seja, promover a intimidação e retaliação da imprensa".
"A matéria jornalística não ofende a liberdade religiosa ou sequer critica o ato de fé daqueles que entregam o dízimo. Limita-se a matéria a levantar suspeitas quanto à utilização dos dízimos pela Iurd, que seriam repassados, através de paraísos fiscais, para empresas comerciais", afirmou Bolzan.
Segundo o magistrado, "a expressão "esquentamento" do dízimo não significa, no contexto, que a origem do dinheiro (dízimo) seja ilícita, não havendo que se falar em difamação".
O juiz Livingstone dos Santos Silva Filho, de Conceição de Macabu (RJ), também condenou o pastor Rodrigo de Lima do Nascimento por mover uma ação "com o fim ilícito e antidemocrático", ou seja, "o de tolher a atividade jornalística".
Ao constatar que o réu não provou ter havido ofensa, o juiz registrou na sentença que a cidade não tem distribuição da Folha e que a população não tem acesso ao jornal pela internet.
"Esta ação faz parte de movimento orquestrado pela denominação da qual faz parte o autor com fins de desacreditar e tolher a atividade jornalística", decidiu o juiz Silva Filho.
O juiz Marcelo Mattar Coutinho, de Alegre (ES), condenou Gleidson de Paiva Lima por litigância de má-fé. O magistrado afirmou, na sentença, que fez pesquisa de ações movidas em outros juizados. Ele concluiu que "o objetivo da propositura de tantas ações indenizatórias nada mais é do que o de promover uma verdadeira retaliação de forma orquestrada, visando dificultar a defesa".

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u391130.shtml

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Evangelho do consumo

Uma das notas mais marcantes da época atual é, sem dúvida, o consumismo. Este, no entanto, não ficou do lado de fora da igreja, mas penetrou e consegue influenciá-la de várias maneiras.
Uma das evidências de como o consumismo tem influenciado a igreja é a forma com que se tem enxergado a oração. A conversa com Deus serve basicamente para fazer pedidos e o céu funciona como uma espécie de supermercado espiritual. Tornou-se muito comum a técnica de se exigir coisas de Deus, de "determinar a benção", etc.
Agora, veja: já pensou se falássemos com nossos amigos apenas quando precisássemos de alguma coisa? Seria, com certeza, um relacionamento bastante superficial, pra não dizer interesseiro...
Outra coisa. O evangelho começou a ser apresentado como um produto e, como tal, deve garantir a satisfação do cliente. Por isso, tornou-se bastante conhecida a frase "pare de sofrer", como se fosse verdade que as pessoas, após a conversão, tornam-se imunes às agruras da vida terrena. Esta mensagem é bastante atraente. Para os mais incautos, com certeza.
Um bom produto deve também adaptar-se às mudanças do gosto do freguês, por esse motivo, então, o evangelho teve que passar por algumas remodelações a fim de parecer mais, digamos, comerciável. Hoje, tem-se denominação pra todo gosto. O evangelho ficou "politicamente correto", e se adapta facilmente às circunstâncias deste século (e Paulo continua falando "não vos conformeis com este século...").
Enfim, o cristianismo atual é resultado de muitos processos históricos, que acabaram minando sua mensagem inicial. O consumismo é só mais um deles.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Quando éramos leprosos diante de Deus - Parte Final

A Lei mosaica determinava que o leproso deveria morar fora da cidade (cf. Lev. 13.45-46), mantendo uma distância de seis passos de outras pessoas e usar roupas de acompanhantes de enterro.
Isso era assim porque era necessário não só proteger a saúde do povo de Israel, mas principalmente porque Deus estava no acampamento e a imundície – morte – tinha de ser separada da presença de Deus – vida. A lepra tornava a pessoa cerimonialmente impura. Excluída do acampamento hebreu, o doente estava alijado da presença de Deus.
Por isso é compreensível a reação dos que estavam com Jesus, no exato momento em que o leproso aproximou-se Dele e, prostrando-se aos seus pés, muitos, com toda certeza, afastaram-se, com medo de serem contaminados pela sua impureza.
Contudo, o texto nos mostra que Jesus, motivado por grande compaixão, tocou-o e o tornou limpo (cf. Mateus 8.1-4).
Jesus havia, naquele momento, perturbado a ordem estabelecida. O seu toque transmitiu pureza, vida, renovação física e espiritual. “O toque de Jesus acabou com a disfunção física e a ‘shalom’ foi restaurada”.
Amigo leitor, o Senhor Jesus nos reconcilia com Deus. A sua pureza nos torna limpos, mais alvos do que a neve. Por Jesus podemos chamar Deus de Pai – ABA.
É por este motivo que a reação de Jesus à disfunção que acometia aquele homem se transformou em padrão para a Igreja e muitos de nossos irmãos, ao redor do mundo, continuam imitando o exemplo de Jesus ao cuidar de enfermos, pobres e párias.
Ordens religiosas dedicaram-se ao cuidado da lepra e pesquisas cientificas dessa e de outras doenças costumavam vir de missionários, únicos dispostos a dedicar parte de sua vida a cuidar de outras pessoas.
Pode-se concluir, portanto, que as curas realizadas por Jesus não são milagres sobrenaturais em um mundo natural. São as únicas coisas verdadeiramente naturais em um mundo que não é natural e sim demoníaco e ferido. (Jurgen Moltmann).
Toda pessoa fisicamente curada morre. Então, o que acontece?

terça-feira, 8 de abril de 2008

Os cinco "Solas" da Reforma Protestante

Esteios da fé cristã reformada, o conhecimento do significado dessas cinco premissas doutrinárias é de fundamental importância para a compreensão correta das Escrituras Sagradas e para um exercício sadio da fé na sociedade.
Iniciaremos nossa exposição pelo "Solus Christus", tendo por base a Declaração de Cambridge.
"Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai. Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada".
"À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão."

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Quando éramos leprosos diante de Deus

Segundo nos informa Phillip Yancey, em sua obra "O Jesus que nunca conheci", na Palestina do século I, sobrevivia, no senso comum das pessoas, uma crença de que as tragédias humanas atingiam somente as pessoas que mereciam. Exemplo marcante desse fato é colhido no livro de Jó, onde seu "amigo" Elifaz pergunta: “Porventura, não era o teu temor de Deus a tua confiança, e a tua esperança, a sinceridade dos teus caminhos? Lembra-te, agora: qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?” (cf. Jó 4.6-7).
Esse pensamento era reforçado pelo ensino ministrado pelos fariseus, os quais ensinavam que “não há morte sem pecado, e não há sofrimento sem iniqüidade”.
Infelizmente, mesmo em nossos dias, temos a tendência de ver nos desastres pessoais, nos defeitos de nascença ou nas moléstias crônicas a mão de Deus nos castigando merecidamente.
Sabe-se que o ser humano contagiado pela lepra de maneira alguma sente dor, pois as células nervosas do tecido infectado são as primeiras a padecer. No entanto, embora não sintam dor “física”, as pessoas com lepra sofrem, e sofrem muito, porque o âmago de sua agonia reside na rejeição absoluta que lhes é imposta pela comunidade que os cerca (cf. Lev. 13.45-46).
Naquela época, um leproso poderia passar boa parte de sua vida sem ser tocado, e isso, infelizmente, ainda pode ser observado em alguns países. Jesus tocou num leproso, fazendo com que ele sentisse, depois de muitos anos, o calor aconchegante da presença de outro ser humano.
Na contemporaneidade, é perfeitamente possível afirmar que a “AIDS é a lepra moderna” (Everett Koop, médico estadunidense). Outros "leprosos" do nosso tempo podem ser citados: homossexuais, prostitutas, viciados em drogas, bandidos.
Não tenho a menor dúvida de que muitos deles seriam visitados, tocados, ouvidos e curados pelo Senhor Jesus.
Alguma vez você já se perguntou por que é chamado de Cristão?
Continua......

domingo, 6 de abril de 2008

Uma história de perdão

Todos conhecem bem a história. Jesus estava ensinando o povo, quando lhe trouxeram uma mulher acusada de adultério. Aqueles religiosos cruéis que a acusavam sabiam que Jesus andava com um papo muito esquisito de perdão. Era uma ótima oportunidade para apanhá-lo em contradição, pois, de acordo com a lei, aquela mulher deveria ser apedrejada. Além disso, só o próprio Deus poderia lhe perdoar os pecados.

Jesus pareceu fazer pouco caso da situação, mas, ao insistirem, o Mestre autorizou que aquele que não tivesse pecado atirasse a primeira pedra. Ele não disse que só os perfeitos poderiam apedrejá-la. Disse que o perfeito deveria ser o primeiro. Depois então que este atirasse a primeira pedra, qualquer um, santo ou não, poderia participar da execução.

Mas o Filho de Deus sabia que isso era pedir demais. Sabia que alguns dos que estavam ali querendo participar da execução sumária já haviam se deitado com aquela mulher. E os fariseus eram maus, mas não eram bobos. Todos sabiam que eram miseráveis pecadores. Apenas mantinham uma capa de santidade. Então todos, a começar pelos mais experientes, mais vividos, foram embora.

Aquela mulher poderia aproveitar a oportunidade e fugir. Mas ela sabia que Aquele que estava diante dela não tinha pecado. Ele poderia, portanto, apedrejá-la. Mas sabia também que poderia perdoá-la. Imagino que ela tenha ficado ali, parada diante do Mestre, esperando o que mais Ele poderia dizer. Mas a mulher recebeu o perdão: “Eu também não te condeno. Vai-te e não peques mais”.

Nessa história, todos, à exceção de Jesus, eram pecadores. Mas estavam de dois lados diferentes: de um lado, os acusadores, do outro, a acusada. Também hoje podemos escolher em qual time jogar, se daqueles que cobrem suas falhas e costumam acusar os outros, ou da confraria dos arrependidos, perdoados e agraciados.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Entrevista com João Alexandre

João Alexandre é um dos músicos que mais admiro. Suas qualidades mais marcantes são o virtuosismo na execução do violão e a inteligência das letras. Recentemente lançou um álbum com o título "É proibido pensar", cuja principal música tem causado bastante polêmica no meio evangélico, principalmente devido a um vídeo que ficou bastante popular na internet. Confira aqui uma entrevista muito interessante feita por José Barbosa Júnior, do site Crer e Pensar.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

A dança do céu

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E você aí achando que já tinha visto de tudo...

terça-feira, 1 de abril de 2008

O mito do super-crente - Continuação

Às vezes paro para contemplar a minha miserabilidade e quando noto as minhas imperfeições chego a me sentir o pior dos homens.
Todavia, a história dos heróis da Fé é repleta de deslizes, talvez registrados na Bíblia para o nosso consolo, para nos mostrar que não somos diferentes deles em nossa natureza pecaminosa.
A vida de Moisés é um exemplo sob vários prismas. No entanto, em vez de falar à rocha como Deus havia ordenado, em Meribá, ele a feriu duas vezes com o seu cajado e por esta desobediência não pôde colocar os pés na terra prometida.
Davi, por sua vez, ao vislumbrar a beleza de Bate-Seba enquanto esta tomava banho, adulterou e foi o autor mediato da morte de Urias, seu esposo.
O apóstolo Pedro primeiro tentou convencer Jesus a não morrer, depois o negou por três vezes, dizendo que não o conhecia.
Já Tomé duvidou que Jesus havia ressuscitado, mesmo ouvindo os relatos de seus companheiros e tendo presenciado vários milagres realizados por Cristo. Judas traiu ao Senhor, vendendo-o por algumas moedas de prata.
Todos os homens citados, à exceção de Judas, arrependeram-se e deram uma guinada em suas vidas. A consciência de sua falibilidade cedeu lugar ao poder transformador do Espírito Santo, que não está em nós, mas nas misericórdias do Senhor.
No verso 18, do capítulo 9, do livro de Daniel, observamos essa realidade: “Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias”.
A palavra misericórdia significa, etimologicamente, “aquele que carrega o miserável no coração” (míseros + cardia).
É por esta razão que somos salvos pela graça de Deus, conforme lemos em Efésios 2.4: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo – pela GRAÇA sois salvos”. (verso 8). A graça, conforme dito em outras linhas, é o favor imerecido que recebemos de Deus. Foi o favor recebido pelo seu povo ontem, é o favor que recebemos hoje Dele.
Por fim, no verso 19, lemos a súplica ardorosa de Daniel pelo agir de Deus, confiando tão somente na fidelidade do Senhor criador dos céus e da terra, nos ensinando como devemos orar, não fundado em nossos próprios méritos, mas nas misericórdias do Senhor.