terça-feira, 4 de março de 2008

Se confessarmos nossos pecados

“Uma velha história resume essa mensagem melhor que qualquer outra que conheço. Ela fala de um homem que se envolveu em um padrão de comportamento pecaminoso a ponto de não mais se importar com suas conseqüências. Quantas vezes ele confessou esse pecado desprezível a Deus, prometendo que nunca mais o repetiria? E agora, lá está ele novamente, confessando a mesma coisa:

- Senhor, estou morrendo de vergonha. Tenho feita essa mesma coisa vez após outra. Eu a confesso a ti e prometo que nunca mais farei isso de novo. Por favor, me perdoe.

Do céu chegam as seguintes palavras:

- Eu o perdôo. Tudo está esquecido. Você está purificado para começar de novo.

O homem sente-se maravilhosamente livre. Deus o perdoou. O que mais ele pode pedir? Durante toda a tarde ele celebra a crença de que nunca mais reincidirá nesse pecado. E então, naquela mesma noite, a tentação acontece e ele fracassa.

Bem, ele mal consegue orar. Não foi naquela manhã mesma que ele prometeu fervorosamente que não pecaria daquele modo outra vez? Ele quase decide não orar, por estar muito constrangido. Se ele ignorar o ocorrido, talvez Deus nem note. Mas sua consciência culpada o acusa, e ele finalmente começa a conversar com Deus.

- Deus, estou tão constrangido que mal posso falar contigo. Fiz aquilo de novo.

- Fez o quê?

- Aquele pecado. Conversamos sobre ele hoje de manhã.

- Engraçado. Não me lembro de pecado nenhum.”



Extraído de "Desventuras da Vida Cristã", de Philip Yancey e Tim Stafford

Anderson

Um comentário:

tinha disse...

Essa historinha é muito forte, ela retrata de forma tão profunda o quanto as misericordias do Senhor são imensuráveis, e o seu amor incondicional, o favor imerecido que é o seu perdão, muito lindo!(F.lago)