
sábado, 31 de outubro de 2009
Reforma Protestante

sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Não disse adeus
domingo, 18 de outubro de 2009
Erva Venenosa, um texto do Pavarini
O Deus (In)Visível, de Philip Yancey

Já li vários livros de Philip Yancey (Decepcionado com Deus, O Jesus que Nunca Conheci e Maravilhosa Graça). Este, porém, ficou aquém das minhas expectativas. O tema deste são as dificuldades de se relacionar com um Deus invisível. Mas acho que já cansei daquele papo de Philip Yancey, que sempre coloca uma grande questão e, depois de muitos rodeios, às vezes chega a uma conclusão óbvia. O ponto positivo do livro fica por conta da franqueza com que o autor enfrenta os problemas atinentes ao nosso relacionamento com Deus.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Você quer fogo?
Em que pese tenha me convertido numa igreja pentecostal e nela congregue até hoje, tenho dificuldades para me adaptar a algumas coisas que costumam nela ocorrer.
O fato que passo a relatar ocorreu há alguns dias, por ocasião do aniversário da igreja.
Logo no início da fala do pastor convidado para ser o preletor oficial da festividade, percebi que a jornada ia ser dura. É que ele tinha a irritante prática de pedir ao auditório para repetir algumas frases durante todo o tempo da pregação.
Pois bem. Numa dessas, ele pediu para olhar para o irmão do lado e perguntar: “você quer fogo?”. Na mesma hora veio-me à mente os vários sentidos que essa frase pode apresentar, principalmente para alguém que não pertence ao contexto pentecostal.
Para minha infelicidade, olhei para o lado e vi um visitante. Então, constrangido, abri um sorriso amarelo e fiz a desconcertante pergunta.
De lá do púlpito o pregador solicitou que erguêssemos as mãos sobre o irmão e repetíssemos: “fogo, fogo, fogo...”.
Aí já foi demais pra mim. Dessa vez não deu para atender ao pedido do pastor.
Para concluir, ele convidou à frente as pessoas que quisessem ter uma nova atitude em sua escola, trabalho, etc. Surpreendentemente, o pregador ungiu essas pessoas com óleo, contrariando a orientação neotestamentária de aplicação desta prática tão-somente em caso de enfermidade.
Saí antes de terminar o culto.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Eternidade e Perfeição

Apesar de, na vida, nada ser mais certo que a morte, quando esta chega sempre traz consigo uma grande dose de perplexidade. Sabemos que um dia o fim chegará, porém há em nós uma espécie de “vocação para a eternidade”, que nos faz pensar na morte como algo distante.
Algo semelhante acontece com a nossa forma de pensar a perfeição. Não conhecemos nada perfeito, todavia temos a ideia do que é perfeição. Além disso, quando olhamos para este mundo imperfeito, algo nos faz pensar que tem algo errado, que não era para ser assim.
Como explicar então de onde vêm estes sentimentos de eternidade e de perfeição, se nada conhecemos com essas qualidades?
Essas estranhas sensações não estão em nós por acaso. Elas estão a revelar um passado distante, em que tudo era perfeito e que o homem estava bem perto de Deus. Por isso não nos satisfazemos com a efemeridade e com a imperfeição.