domingo, 26 de abril de 2009

Bispo Macedo pede ajuda




Quer conferir? Clique aqui.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Unção mata-mosquito

O mais legal é a análise etimológica do nome do mosquito.

sábado, 11 de abril de 2009

Páscoa


Ilustração do Porque Deus é Humor.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O que é graça?

Por Max Lucado

“Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza." 2 Coríntios 12:9

O que é graça? É o que alguém nos dá pela bondade de seu coração, não pela nossa perfeição. A história da graça é a boa notícia que diz que quando nós chegamos, ele dá. Isso é o que é graça...

Graça é algo que você não espera. É algo que você certamente nunca conseguiria merecer. Mas graça é algo que você nunca rejeita.

Você sabe o que acontece quando alguém vê a graça de Deus? Quando alguém realmente experimenta a graça libertadora e perdoadora de Deus? Alguém que experimenta a graça de Deus é o trabalhador mais empenhado, o indivíduo mais puro moralmente, e a pessoa mais disposta a perdoar.

Notas:

Traduzido por Cynthia Rosa de Andrade Marques Almeida
Texto original extraído do site www.maxlucado.com

segunda-feira, 6 de abril de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009

Vale a Pena Postar de Novo II


Continuando nossa série comemorativa do primeiro ano do blog, segue abaixo um texto que escrevi e postei aqui no SOLA GRATIA em abril do ano passado. O título é "Evangelho do Consumo" e é um dos meu prediletos.

Uma das notas mais marcantes da época atual é, sem dúvida, o consumismo. Este, no entanto, não ficou do lado de fora da igreja, mas penetrou e consegue influenciá-la de várias maneiras.
Uma das evidências de como o consumismo tem influenciado a igreja é a forma com que se tem enxergado a oração. A conversa com Deus serve basicamente para fazer pedidos e o céu funciona como uma espécie de supermercado espiritual. Tornou-se muito comum a técnica de se exigir coisas de Deus, de "determinar a benção", etc.
Agora, veja: já pensou se falássemos com nossos amigos apenas quando precisássemos de alguma coisa? Seria, com certeza, um relacionamento bastante superficial, pra não dizer interesseiro...
Outra coisa, o evangelho começou a ser apresentado como um produto e, como tal, deve garantir a satisfação do cliente. Por isso, tornou-se bastante conhecida a frase "pare de sofrer", como se fosse verdade que as pessoas, após a conversão, tornam-se imunes às agruras da vida terrena. Esta mensagem é bastante atraente. Para os mais incautos, com certeza.
Um bom produto deve também adaptar-se às mudanças do gosto do freguês, por esse motivo, então, o evangelho teve que passar por algumas remodelações a fim de parecer mais, digamos, comerciável. Hoje, tem-se denominação pra todo gosto. O evangelho ficou "politicamente correto", e se adapta facilmente às circunstâncias deste século (e Paulo continua falando "não vos conformeis com este século...").
Enfim, o cristianismo atual é resultado de muitos processos históricos, que acabaram minando sua mensagem inicial. O consumismo é só mais um deles.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Vale a Pena Postar de Novo I

Em comemoração ao aniversário do SOLA GRATIA, publicamos novamente um texto originalmente postado em 30/03/2008, sob o título "Igreja sem Identidade".

Vivemos uma época em que o homem está desacreditado. Um dia a humanidade achou que a solução dos seus problemas estava na religião. Depois que percebeu que a religiosidade pouco colaborava para o seu progresso (na verdade, mais atrapalhou), o homem passou a ver na ciência a resposta para suas indagações. Também se frustrou ao perceber a precariedade das afirmações científicas, bem como a impotência delas diante das mazelas humanas.

Hoje o homem não consegue mais confiar em nada. Daí seu medo em se posicionar diante dos problemas existenciais. Como resultado disso, consagrou-se a idéia de que todas as formas de crer são válidas. E por acreditar em tudo, acaba-se por não acreditar em nada.

A igreja tem sofrido com isso também, pois muitos cristãos estão perdendo a coragem de levar sua fé às últimas conseqüências. Estão todos ficando no meio-termo. E isto não é bom.

A igreja não pode relativizar sua mensagem com fito de agradar a mais pessoas. Também não pode relativizar a ética cristã, a fim de se tornar mais agradável aos olhos do mundo.

O Mestre falou que não gosta de gente morna, que não é nem fria nem quente. A igreja hoje está assim: morna. Um pouco de Deus, um pouco do mundo. Um pouco de verdade, um pouco de relatividade.