terça-feira, 14 de abril de 2009

Unção mata-mosquito

O mais legal é a análise etimológica do nome do mosquito.

8 comentários:

Vanessa Dantas disse...

Mil mosquitos de um lado, dez mil do outro e não ser picado, só se for na unção mesmo.

Quanta falácia!

Fáttima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fáttima disse...

Caramba!!Essa ai foi demais?rsrsrs
Bem, quando ouvi algumas igrejas levantarem um clamor, repreendendo o mosquito da dengue, vale resaltar que moro em um municipio que está nada mais, nada menos que 2ºlugar em numero de mortes, causada pela dengue hemorragica, eu achei aquilo tudo tão estranho!!Pq que nós temos a mania de esperitualizar tudo?
Esquecemos de que nesse caso de dengue, os culpados fomos nós(cidadãos, poder publico), que não tomamos medidas preventivas, não se trata de castigo dos céus. Acredito que devamos orar sim, pelas pessoas que estão acometidas da doença, que Deus os cure, que as mediadas sejam efetivas e não corramos o risco de sermos picados pelo mosquito contaminado, agora quanto a repreender o mosquito, me poupe!Acho pouco provavel que Deus faça isso...até pq isso poderiamos e podemos fazer!

A proteção é de Deus, as ações são nossas!

Anderson disse...

Vanessa e Fátima, é muito bom saber que há pessoas como vocês, que não caem nesses contos do vigário.
Muito obrigado pelos comentários.

Franck disse...

Anderson...caro amigo não tinha mais participado do seu blog,porque eu pensei q vç tinha cançelado.Mas tudo bem estou aqui de novo para participar.E desde já muito bom esse tema sobre a dengue.

Anderson disse...

Valeu, Frank!
Tinha mesmo sentido a sua falta.

Jeane disse...

Eu ainda não perdi (pobre de mim...) a capacidade de me assombrar com as estratégias mercantilistas dessa quadrilha que age em nome de Deus! Me revolta saber que milhares de pessoas bem intencionadas são atraídas por essa "teologia" da prosperidade, por essa "confissão positiva", essa coisa nojenta e imunda que infesta as "igrejas". E me revolta mais ainda ver pessoas colocarem no mesmo "balaio" comerciantes da fé como Macedo, Feliciano e cia junto com servos verdadeiros do Senhor, tentando tornar iguais a IURD e as denominações sérias.

Anderson disse...

Sabe, Jeane, fico pensando: quando alguém de fora de igreja pensa nos evangélicos qual será a imagem que lhe vem à mente? Será a de um povo amoroso e que busca parecer-se cada vez mais com seu Mestre? Parece que não. Acho que a figura do evangélico hoje é inseparável da destes mercadores... Deus tenha misericórdia de nós!