
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
COMO ZAQUEU?
domingo, 23 de agosto de 2009
A Guerra Está de Volta II
"A MÍDIA E OS NOVOS DEMÔNIOS!... — o caso Universal!...
Desde ontem as televisões do Brasil andam atrás de mim querendo uma entrevista; ou melhor: uma 'sonora' [que é a entrevista 'de corpo presente e falada'] sobre o Macedo e a Universal.
Hoje cedo foi a Globo...
Queriam uma sonora sobre o escândalo de lavagem de dinheiro da IURD; e mais: queriam que contasse como o bicho é muito mais feio..., considerando o que eu dissera durante toda década de 90, bem como acerca do que eu já disse no site: que a ponta desse negócio vem de longe... e de modos mais que ilícitos.
Era isto que queriam de mim...
Disse 'não'...
E expliquei a razão:
Na década de 90 eu falei muito e falei através da mídia o que não era Evangelho; era apenas o interesse da mídia. Hoje, eu disse, não há nenhum tema da mídia que, por mais que eu o conheça, eu deseje falar acerca dele, a menos que seja sobre o Evangelho.
Então perguntei:
Vocês querem uma sonora dizendo o que é Igreja em relação ao que não é Igreja? Ou querem saber o que o Evangelho diz sobre esta loucura que se instalou entre nós na “igreja”?...
Silencio...
Então concluí:
Não concordo com nada do que ensinam, pregam e fazem... Nada é bom ali. Mas não sou Promotor de Justiça e, muito menos, Satanás; pois, o que vocês me pedem é para ser o Satanás dessa história; e não há na terra quem me leve para este lugar no qual Jesus não estaria!...
A resposta foi silenciosa...
A seguir um educado 'muito bom pastor, que o senhor continue em paz e entre flores...'.
Eu disse Amém; e a conversa acabou...
É claro que sei que o que está aparecendo é a ponta 'legal' da ilegalidade, e que o buraco fundo está cavado no tempo antes do período investigado. Mas esta é uma informação minha, contada a mim, por pessoas que hoje temem pela própria vida; sem falar que outras aceitaram dinheiro para sumir e viver bem...
Quanto mim, tudo o que digo, digo pelo Evangelho, na esperança de que a Luz acenda, mas não estou disponível para reforçar o papel de ninguém no seu desejo de encontrar carniça...
Sei que as coisas são reais e são ainda piores. Mas o Senhor não me constitui juiz entre os homens, e, menos ainda constituiu-me Profeta de Mídia.
A mídia eu conheço hoje muito bem...
Muitas vezes faz bons serviços... Mas a maioria das vezes apenas usa você a fim de atingir seus objetivos, e, no fim, quem segura a onda é você; você sozinho...
Ou seja:
Hoje cedo um dos Novos Demônios, segundo Jaques Elull, a Mídia, me visitou oferecendo-me 'vingança'.
Sim, porque acusar é sempre coisa do diabo... Especialmente quando o seu chamado é para anunciar a Boa Nova, ou, no máximo, denunciar ao povo de Deus, por meios próprios e não contaminados, o que seja a verdade do Evangelho, ainda que isto incida sobre movimentos religiosos, políticos ou de qualquer outra natureza.
Concluí dizendo que não desejo nenhuma retaliação, e que não serei usado sob a bandeira da denuncia e da verdade, a fim de cumprir a 'pauta' de uma redação que, no fundo, também faz parte do mesmo intestino grosso que hoje se dispõe a investigar...
Quase todos, nessas horas, depois de 1998, chegam dizendo que chegou a hora de todo mundo saber que eu estava certo!...
Minha resposta:
E eu lá estou preocupado com o fato de o mundo pensar qualquer coisa a meu respeito?!
A mim somente interessa a opinião de Deus sobre mim!
O mais é lixo...
Nele, que perguntou: 'Quem me constituiu juiz e partidor entre vós?',
Caio
12 de agosto de 2009
Lago Norte"
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A Guerra Está de Volta

Dito e certo. No dia seguinte, o Jornal da Record contra-atacou, tentando infirmar a matéria do Jornal Nacional e trazendo alguns fatos nebulosos sobre o passado da Rede Globo.
Na década de noventa a guerra entre as emissoras foi bastante acirrada. De um lado, a Globo exibia vídeos dos pastores contando dinheiro de ofertas, de Edir Macedo ensinando a pedir dinheiro e do Bispo chutando a imagem da santa. Do outro, a Record insistia em denunciar as relações escusas da Rede Globo com o regime militar e seus empréstimos ilegais.
Aconteceu também, na época, uma cisão entre os evangélicos. Caio Fábio, que sempre reprovou as práticas de Edir Macedo, posicionou-se ao lado da Rede Globo. Outra personalidade influente da igreja evangélica, Silas Malafaia, ficou do lado da Rede Record. Segundo Caio Fábio, Silas Malafaia recebia milhares de dólares para ia à TV falar mal dele e da Rede Globo.
Particularmente, não tenho dúvidas sobre a sujeira que é a IURD. Mas sei também que a intenção da Rede Globo, com as reportagens desta semana, não é simplesmente informar. Há todo um interesse por trás desta máscara de imparcialidade, que é o de frear o crescimento da Rede Record.
Mas o que me incomoda nisso tudo mesmo é que em nenhum momento a Rede Globo se preocupa em distinguir a IURD das outras igrejas evangélicas. Tudo isso faz com que todas as igrejas sejam jogadas na vala comum da roubalheira, o que, evidentemente, não é nem um pouco útil para o evangelho.
terça-feira, 28 de julho de 2009
Lavou-me
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Deus é pop
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dúvida e Fé
“Kathleen Norris fala de uma longa batalha espiritual contra a fé de sua infância, achando impossível durante algum tempo engolir grande parte da doutrina cristã. Mais tarde, experimentando problemas na vida pessoal, sentiu-se atraída por uma abadia beneditina onde, para sua surpresa, os monges pareciam despreocupados com suas dúvidas sufocantes e frustrações intelectuais. ‘Fiquei um pouco decepcionada’, escreveu. ‘Pensava que minhas dúvidas fossem grandes obstáculos à minha fé e fiquei confusa, mas intrigada, quando um velho monge jovialmente declarou que a dúvida era a semente da fé, um sinal de que a fé estava viva e pronta ara crescer.’ Antes de resolver cada uma de suas dúvidas, os monges lhe ensinaram, em vez disso, a adoração e a liturgia.
Norris aprendeu que, na raiz grega, ‘crer’ significava simplesmente ‘entregar o coração a’ e descobriu que o ato da adoração pode se constituir em uma forma concreta de fé. Não achou estranho recitar credos que não compreendesse, pois, segundo ela, ‘sendo poetisa, estou acostumada a dizer o que não compreendo totalmente’. Aos poucos, percebeu que, para ter um relacionamento com Deus, como em qualquer relacionamento, devia entregar-se sem saber onde isso daria. Começou com a confiança e, a partir disso, desenvolveu uma fé madura.”
Extraído de: O Deus (in)visível, de Phillip Yancey, pág. 211.