
domingo, 12 de setembro de 2010
Por Que Perdoar

terça-feira, 2 de junho de 2009
Quando o milagre não produz salvação - Parte Final
A Bíblia nos diz em João 21:
Irmãos, quantas pessoas foram alimentadas por Jesus, viram ou ouviram as histórias que contavam os seus feitos e o seu grandioso poder? Porém, quantos daqueles não pediram para que ele fosse crucificado?
Simples a resposta: o milagre em si não produz arrependimento. Não se traduz em remição de pecados. Não traz, enfim salvação.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Experimente você também esse AMOR!
domingo, 6 de abril de 2008
Uma história de perdão
Todos conhecem bem a história. Jesus estava ensinando o povo, quando lhe trouxeram uma mulher acusada de adultério. Aqueles religiosos cruéis que a acusavam sabiam que Jesus andava com um papo muito esquisito de perdão. Era uma ótima oportunidade para apanhá-lo em contradição, pois, de acordo com a lei, aquela mulher deveria ser apedrejada. Além disso, só o próprio Deus poderia lhe perdoar os pecados.
Jesus pareceu fazer pouco caso da situação, mas, ao insistirem, o Mestre autorizou que aquele que não tivesse pecado atirasse a primeira pedra. Ele não disse que só os perfeitos poderiam apedrejá-la. Disse que o perfeito deveria ser o primeiro. Depois então que este atirasse a primeira pedra, qualquer um, santo ou não, poderia participar da execução.
Mas o Filho de Deus sabia que isso era pedir demais. Sabia que alguns dos que estavam ali querendo participar da execução sumária já haviam se deitado com aquela mulher. E os fariseus eram maus, mas não eram bobos. Todos sabiam que eram miseráveis pecadores. Apenas mantinham uma capa de santidade. Então todos, a começar pelos mais experientes, mais vividos, foram embora.
Aquela mulher poderia aproveitar a oportunidade e fugir. Mas ela sabia que Aquele que estava diante dela não tinha pecado. Ele poderia, portanto, apedrejá-la. Mas sabia também que poderia perdoá-la. Imagino que ela tenha ficado ali, parada diante do Mestre, esperando o que mais Ele poderia dizer. Mas a mulher recebeu o perdão: “Eu também não te condeno. Vai-te e não peques mais”.
Nessa história, todos, à exceção de Jesus, eram pecadores. Mas estavam de dois lados diferentes: de um lado, os acusadores, do outro, a acusada. Também hoje podemos escolher em qual time jogar, se daqueles que cobrem suas falhas e costumam acusar os outros, ou da confraria dos arrependidos, perdoados e agraciados.
terça-feira, 4 de março de 2008
Se confessarmos nossos pecados
“Uma velha história resume essa mensagem melhor que qualquer outra que conheço. Ela fala de um homem que se envolveu em um padrão de comportamento pecaminoso a ponto de não mais se importar com suas conseqüências. Quantas vezes ele confessou esse pecado desprezível a Deus, prometendo que nunca mais o repetiria? E agora, lá está ele novamente, confessando a mesma coisa:
- Senhor, estou morrendo de vergonha. Tenho feita essa mesma coisa vez após outra. Eu a confesso a ti e prometo que nunca mais farei isso de novo. Por favor, me perdoe.
Do céu chegam as seguintes palavras:
- Eu o perdôo. Tudo está esquecido. Você está purificado para começar de novo.
O homem sente-se maravilhosamente livre. Deus o perdoou. O que mais ele pode pedir? Durante toda a tarde ele celebra a crença de que nunca mais reincidirá nesse pecado. E então, naquela mesma noite, a tentação acontece e ele fracassa.
Bem, ele mal consegue orar. Não foi naquela manhã mesma que ele prometeu fervorosamente que não pecaria daquele modo outra vez? Ele quase decide não orar, por estar muito constrangido. Se ele ignorar o ocorrido, talvez Deus nem note. Mas sua consciência culpada o acusa, e ele finalmente começa a conversar com Deus.
- Deus, estou tão constrangido que mal posso falar contigo. Fiz aquilo de novo.
- Fez o quê?
- Aquele pecado. Conversamos sobre ele hoje de manhã.
- Engraçado. Não me lembro de pecado nenhum.”
Extraído de "Desventuras da Vida Cristã", de Philip Yancey e Tim Stafford
Anderson